Capa oficial do álbum No. 4, lançado em 1999 pelo Stone Temple Pilots.
O album No. 4, lançado em 1999, é considerado um dos mais intensos e impactantes da carreira do Stone Temple Pilots (STP). Depois de enfrentar desafios pessoais e críticos, a banda decidiu retornar às raízes do hard rock, resultando em um som pesado, riffs marcantes e letras carregadas de emoção.
Se você é fã de rock alternativo, grunge ou simplesmente ama música autêntica, entender a importância de No. 4 vai te surpreender. Neste artigo, vamos mergulhar na história do álbum, desde sua produção até as faixas mais emblemáticas, passando pela recepção da crítica e o legado que ele deixou no cenário do rock mundial.
Após o sucesso de três álbuns anteriores, Core (1992), Purple (1994) e Tiny Music… (1996), a banda passava por um período conturbado. Isso porque os problemas pessoais do vocalista Scott Weiland, principalmente relacionados ao uso de drogas, afetavam diretamente a estabilidade do grupo.
Apesar disso, mesmo enfrentando dificuldades internas, os integrantes decidiram que era hora de voltar às raízes. Afinal, seus fãs sentiam falta do som mais pesado e cru que marcou os primeiros anos da banda.
Durante a produção, Scott Weiland chegou a ser preso, o que comprometeu parte da divulgação do álbum. No entanto, o projeto seguiu firme, graças à produção de Brendan O’Brien, que já era responsável por trabalhos de sucesso com bandas como Pearl Jam, Rage Against the Machine e Soundgarden.
Diferentemente do álbum anterior, que flertava com o jazz, o pop e o rock psicodélico, o No. 4 trouxe de volta o peso dos riffs, o impacto das linhas de baixo e a potência dos vocais rasgados de Scott Weiland.
Além disso, o disco mistura:
A princípio, a decisão de apostar em um som mais direto pode ter parecido arriscada, mas foi certeira. Embora o cenário musical estivesse mudando, com o surgimento de bandas de nu-metal e pop-punk, o STP conseguiu provar que ainda tinha muito a dizer.
O No. 4 é curto, objetivo e direto ao ponto. Embora tenha apenas 11 faixas, nenhuma delas soa como “enchimento”. A seguir, vamos explorar algumas das mais marcantes, desde os hits explosivos até as surpresas mais introspectivas.
Apesar dos desafios pessoais de seus integrantes, especialmente de Scott Weiland, o No. 4 foi um sucesso.
Algumas revistas, como a Rolling Stone, reconheceram que, apesar do cenário do rock estar mudando, o STP conseguiu se manter relevante ao evitar modismos e focar no que sabia fazer de melhor: rock honesto, pesado e cheio de atitude.
✔️ Porque ele representa superação. Mesmo enfrentando crises internas, prisões e problemas de dependência, a banda entregou um álbum consistente, honesto e pesado.
✔️ Porque mostra que, às vezes, voltar às origens é o melhor caminho. Enquanto muitas bandas buscavam reinventar-se a qualquer custo no final dos anos 90, o STP olhou para trás e trouxe de volta aquilo que os fãs mais amavam: riffs pesados, refrões fortes e atitude de sobra.
✔️ E porque, mesmo passadas mais de duas décadas, o álbum continua atual. Suas músicas ainda figuram em playlists, rádios rock e setlists de shows.
Se você gosta de rock sem frescura, direto, honesto e cheio de energia, No. 4 é um daqueles discos obrigatórios na coleção.
Ele representa não só uma fase de superação para a banda, mas também um marco dentro do rock alternativo dos anos 90. Em meio a um cenário musical em transformação, o STP provou que não precisava seguir tendências para se manter relevante.
🎧 Então, a dica é simples: coloque esse disco para tocar, aumente o volume e prepare-se para uma verdadeira viagem sonora cheia de peso, melodia e atitude.
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