AC/DC em São Paulo em 2026: A Eletricidade que Parou o Tempo no MorumBIS

O show AC/DC em São Paulo em 2026 não foi apenas um concerto de rock convencional. De fato, foi uma descarga de energia pura que arrebatou o público presente. No último dia 24 de fevereiro, o MorumBIS tremeu sob o peso de riffs históricos. Além disso, setenta mil fãs celebraram um ritual visceral que une gerações. O rock de alta voltagem provou que é imortal. Portanto, para quem busca entender a longevidade no show business, a noite ofereceu todas as respostas práticas. Certamente, a banda entregou uma performance que desafia a lógica do tempo.
A Arquitetura do Som e a Performance de Angus
A performance foi uma aula detalhada de técnica e dinâmica sonora. O segredo dessa potência reside na Gibson SG de Angus Young. Ela estava ligada diretamente a uma muralha imponente de amplificadores Marshall. Consequentemente, não houve necessidade de truques digitais ou processadores modernos. Ouvimos apenas o timbre real das válvulas em saturação natural. Essa pureza sonora é a marca registrada da banda há décadas. Além do mais, a ausência de pedais de efeito garante que cada nota chegue limpa aos ouvidos do público.
Angus Young subiu ao palco demonstrando um vigor invejável aos 70 anos de idade. Ele vestia seu icônico uniforme escolar, desta vez com detalhes em verde e amarelo. Sua energia foi impressionante durante todo o espetáculo, especialmente nas corridas laterais. No solo de “Let There Be Rock”, ele dominou o palco por dez minutos ininterruptos. Por outro lado, a precisão rítmica da banda garantiu a sustentação perfeita para esses momentos. Dessa forma, o evento AC/DC em São Paulo em 2026 estabeleceu um novo padrão de fidelidade para grandes arenas brasileiras.
“Como alguém que passou anos no rádio, notei a separação tonal impecável logo na primeira música,” destaca Paulo Stelzer, editor do Musicante. “Mesmo com o volume em níveis extremos, o som era orgânico e definido. Você sentia o ataque seco da bateria diretamente no peito. É a vitória do analógico sobre o digital. Em suma, o show do AC/DC em São Paulo mostrou que o som real ainda é imbatível no palco.”
Luz, Labaredas e a Resiliência de Brian Johnson
A iluminação neste espetáculo do AC/DC em São Paulo foi verdadeiramente visceral. Labaredas gigantescas surgiram durante a execução de “Highway to Hell”. O visual transformou o estádio em um cenário épico de fogo e luz. Além disso, as luzes vermelhas intensas criaram uma atmosfera de pura eletricidade no ar. Assim sendo, o design de palco priorizou a força bruta em vez de telas de LED excessivas.
O destaque maior, entretanto, foi a resiliência notável de Brian Johnson. O vocalista de 78 anos superou desafios técnicos e físicos com maestria absoluta. Ele entregou um drive vocal agressivo, honesto e sem falhas graves. Assim, a banda AC/DC recusou terminantemente o uso de qualquer playback ou correção artificial. Esse gesto foi amplamente elogiado por todos os críticos e entusiastas presentes. Entretanto, a conexão genuína entre o palco e a plateia era o que mais brilhava em cada estrofe. Logo depois da primeira metade do show, ficou claro que a voz de Brian ainda tem o poder de liderar uma multidão.
Análise do Setlist: Uma Jornada pelos Hinos do Rock
A abertura com “If You Want Blood (You’ve Got It)” ditou o ritmo acelerado da noite. Posteriormente, a banda emendou clássicos que definiram a história do gênero. O setlist trouxe um equilíbrio entre hinos imortais e canções do álbum mais recente. Todavia, o ápice emocional aconteceu indiscutivelmente durante “Thunderstruck”. O coro de 70 mil vozes ecoou por toda a cidade de São Paulo. Certamente, o impacto de ouvir AC/DC em São Paulo em 2026 será lembrado por muitas décadas.
Durante a execução de “Hells Bells”, o sino gigante desceu sobre o palco para marcar o início do ritual. Esse momento é sempre esperado, mas a execução técnica da banda deu um novo fôlego à canção. Da mesma maneira, em “Shoot to Thrill”, a precisão das guitarras de Angus e Stevie Young foi cirúrgica. O público era composto por várias gerações de fãs fervorosos, desde veteranos até crianças. Vimos pais com filhos nos ombros compartilhando o mesmo riff imortal. Foi a prova final de que Back in Black ainda é um dos maiores legados culturais do planeta. Dessa maneira, a música provou sua capacidade de unir gerações sob uma mesma bandeira.
O Gran Finale: Canhões, Pólvora e a Vitória do Rock
O encerramento trouxe os tradicionais canhões de bronze posicionados no alto do palco. A sincronia entre os disparos e a batida final da bateria foi simplesmente perfeita. Obviamente, esse momento exige uma engenharia de palco de altíssima complexidade. As explosões marcaram o fim de uma noite que muitos consideraram inesquecível. Logo depois, o público aplaudiu de pé por vários minutos em um sinal claro de respeito. Pelo contrário do que muitos pensam, o rock clássico nunca pareceu tão atual quanto nesta noite.
O que ficou em São Paulo após o show foi o cheiro de pólvora e a alma lavada. Saímos do estádio com os ouvidos zumbindo, mas com a sensação de missão cumprida. O show do AC/DC em São Paulo em 2026 funcionou como um remédio potente contra a apatia moderna. Eles não tentam se modernizar para agradar tendências passageiras da internet. Pelo contrário, eles apenas executam a perfeição técnica com volume máximo e honestidade. Em conclusão, quem testemunhou este evento sabe que o trovão ainda tem muita força para rugir nos palcos do mundo.







