Andreas Kisser surpreende ao tocar percussão em novo álbum solo de Bruce Dickinson

O guitarrista do Sepultura participou das gravações do próximo disco de Bruce Dickinson em um papel inesperado, ampliando a lista de colaborações curiosas do vocalista do Iron Maiden.
O universo do heavy metal foi pego de surpresa nos últimos dias com a revelação de que Andreas Kisser, conhecido mundialmente como guitarrista do Sepultura, participou das gravações do novo álbum solo de Bruce Dickinson, mas não empunhando uma guitarra.
Kisser marcou presença no estúdio tocando percussão, em uma colaboração que foge completamente do óbvio e reforça o clima experimental do novo trabalho do vocalista do Iron Maiden.
As gravações aconteceram no Studio 606, em Los Angeles, estúdio pertencente a Dave Grohl, conhecido por receber projetos de alto nível do rock mundial. A informação foi confirmada pelo próprio Andreas Kisser em publicações nas redes sociais, onde compartilhou registros do momento.
Segundo o músico brasileiro, o convite partiu do produtor Brendan Duffey, nome conhecido por trabalhos com artistas do metal e do rock pesado. Kisser agradeceu a oportunidade e destacou o ambiente criativo das sessões, descrevendo a experiência como intensa e inspiradora.
A participação não envolve guitarra ou composições, mas sim elementos rítmicos, o que chamou a atenção dos fãs. A escolha reforça a proposta de Bruce Dickinson de explorar novas texturas sonoras em seu próximo álbum solo, ampliando ainda mais sua identidade fora do Iron Maiden.
Até o momento, não foram divulgados o título do disco nem a data oficial de lançamento, tampouco informações sobre em quais faixas a percussão de Kisser poderá ser ouvida. Ainda assim, a simples confirmação da colaboração já foi suficiente para movimentar as redes e gerar forte repercussão entre fãs de metal ao redor do mundo.
A união entre dois nomes tão emblemáticos do metal mundial, mesmo fora de seus papéis tradicionais, adiciona expectativa extra ao novo trabalho de Bruce Dickinson e reforça o caráter colaborativo e imprevisível do projeto.







