Gibson aposta em clássicos e signatures históricos na NAMM 2026

A Gibson chegou à NAMM 2026 reforçando aquilo que sempre foi seu maior trunfo: tradição, história e guitarras que atravessam gerações. Em vez de mudanças radicais, a marca apostou em releituras fiéis de modelos clássicos, com atualizações pontuais que dialogam com músicos contemporâneos.
O grande destaque é o retorno da Gibson Custom ES-330 Reissue, que volta ao catálogo após quase uma década fora de produção. Totalmente oca e equipada com captadores P-90, ela mira puristas e colecionadores que buscam o timbre vintage autêntico da marca.
Outro lançamento que chamou atenção foi a Les Paul Studio “Double Trouble”, que traz a estética clássica da linha Double White em uma versão mais acessível, combinando captadores Burstbucker Pro com acabamento em nitrocelulose.
A Gibson também revisitou a linha Victory, agora com novos tampos figurados e até uma versão equipada com Floyd Rose, sinalizando uma tentativa de reconectar o modelo a guitarristas mais modernos.
Modelos signature roubam a cena
Como já era esperado, os modelos signature tiveram papel central na apresentação da marca. Entre os destaques estão:
- Gary Clark Jr. ES-355, desenvolvida pela Custom Shop
- Mick Ronson 1968 Les Paul Custom, recriação histórica da guitarra usada pelo eterno parceiro de David Bowie
- Michael Schenker 1971 Flying V, mais uma homenagem precisa a um ícone do hard rock
No conjunto, a Gibson deixa claro que 2026 é um ano de celebração do legado, apostando em guitarras que conectam passado e presente sem perder identidade.
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